domingo, 8 de fevereiro de 2026

Sarau Comemorativo dos 28 anos de lançamento do livro ROSA

     Aconteceu em 29-01-2026 no Espaço Cultural e Café Mir@nde-se o Sarau Comemorativo dos 28 anos de Lançamento do livro Rosa.

    O evento foi um marco no despertar de novos talentos para a arte contemporânea.



    Músicas e poesias autorais, performances e manifestações diversas fizeram deste um espetáculo.

Novo até no veículo de comunicação! Sim, estivemos ao vivo pela Radio Web PRIMAVERA!

    Destaque para a obra visual de Aaron Augusto

A releitura imprime marcas e interferências do artista que por novo ângulo recria dando origem a uma nova obra. 

Essa foi a inspiração:


E este, o reultado:




"Tudo gira em torno da ARTE: músicas, poemas,livros e esculturas...
De uma simples arte de uma vaca a uma obra super trabalhada como as de Da Vinci, o recado é:
SEJA LIVRE, FELIZ E CRIATIVO NO QUE VOCÊ DENOMINA ARTE!"

(Aaron Augusto) 





sexta-feira, 11 de julho de 2025

Poemas em forma de presente

 


BALDE DE LEITE

 

Bons tempos

Ainda na lembrança

Lembranças felizes

De um tempo distante!

Encantos que só sabe quem viveu!

 

Dos sons do amanhecer:

Eram vacas, bezerros, galos e gente!

 

Leite no balde, depois no copo!

Era a primeira tarefa de uma vida inteira.

Inteiramente feliz no nosso interior!

Terra onde deixamos nosso umbigo

Enterrado entre o progresso e o amor.

 

Poema de

 Hyeda de Miranda Campos

BALDE DE LEITE

+ que 1 presente: Um elogio


TRAGO NA MALA

 

Toda viagem vale a pena

Rumos diferentes e novas histórias

Andanças...

Gosto do passado

Olhos no futuro...

 

 Na cidade de RIO VERMELHO

Ainda lembro-me de você ________________!

 

Memórias de um tempo feliz

Amores infinitos

Laços fortes

Amizade para a vida toda!

 

Poema de Hyeda de Miranda Campos

TRAGO NA MALA

+ que 1 presente: Um elogio!

domingo, 22 de junho de 2025

Querido Richard

 



Querido Richard

Daqui
Tenho os olhos no céu
E desejo voar.

Estar com você, Richard,
E sentir o vento.
A soprar mudanças
Que me fariam esquecer, Richard,
Os murmúrios, os lamentos,
E toda consumição da Terra.

Há limites, Richard,
E aqui, são bastante estreitos:
Não cabe o amor.
A fé e os sonhos são profanos.

Silenciosos gritos de dor, Richard,
Adormecem os que alcançarão a distância
No sono profundo
Da separação.

                                                                
                                                                            11 de julho de 2001

Do livro MESTRIA DO OLHAR - CAMPOS, Hyêda de Miranda - Litteris Editora - 2006 pág. 24

Ilustração: Personagem Perdida 

Colagem integrante da Exposição Poéticas da Junção (2024- 2025)

PRA COMEÇAR: UMA HISTÓRIA (Para Richard Bach)



Quando a tempestade se aproxima
O vento traz de volta a sua história
E na cidade deserta, posso ver você

Acima da miséria humana, Richard, você voa.
Acima das nuvens negras que nos cobrem
Você contempla o sol.

E a tristeza ficou cravada ali
A torturar todos que ousam desafiar as leis.
Não há tréguas aos que nasceram para ir além
Também não há satisfação na Terra .

Os manuais são enterrados com os sonhos.
Logo nas primeiras páginas
Há que se desenvolver a intuição.

O tempo, Richard, não prendeu você
E se eu pudesse agora, erguer-me tão alto
Veria o sol
E não pensaria no meu próprio e triste fim!

Ouço sua história NO VENTO
e ela não termina assim

Sei que às vezes adormeço mais cedo
Sempre sozinha
Sei que aprenderei a usar minhas asas
Para encontrar um amor de verdade.

( Texto do livro Mestria do Olhar - CAMPOS, Hyeda de Miranda - 2006)
Pag. 12

Imagem Francisco Coutinho
Colagem integrante da Exposição Poéticas da Junção 
Artes Visuais (24-25)

sábado, 26 de abril de 2025

Poesia no Cinema

     Estava agendada a projeção para 25-04, fechamento do Projeto ACADECINE, da Academia Rio-vermelhense de Letras e Arte.

    Aprendi com Raul que 'tudo acaba onde começou". Assim sendo, cedi à inspiração e me deixei levar pela gratidão e todos os momentos bem vividos nesse lugar .

    Aqui foi o cenário perfeito para a realização de muitos sonhos!

    Os curtas-metragens inspirados em duas obras literárias ganharam vida aqui. 

    Gratidão e encantamento, agora em poesia!


PEDRA MENINA

Minha cidade é o Rio
Vermelho como o meu coração 
Mas meus olhos grandes
Têm pupilas de Pedra
Pedra Menina 
Menina dos meus olhos!
Que em suas montanhas
Repousam e sonham
O sonho mais lindo de uma terra encantada!

Aqui
O vento nos despenteia carinhosamente 
Brinca com nossa alma sensível 
Sopra POESIA!
Aqui, onde a Pedra é Menina
Menina dos meus olhos
A mesa é farta 
Com risos e apertos de mãos!
Suas ruas, passarelas
Suas flores, aquarelas
E o amor sorri em suas janelas!
Aqui a montanha que inspira
Inspira voos!
Vejo paragliders no céu azul!
Azul tão claro
Cinza, de repente…
Escuro!
Vento e chuva!
Ah até suas tempestades encantam!
Porque são certeza da colheita e do arco-íris!

Água!
Água da fonte!
Da gruta, símbolo de beleza e fé!
E das muitas cachoeiras que aqui caem
Onde banhar-se é batismo e ressurreição!

Meu Rio
Vermelho como meu coração
É mais bonito às pupilas de Pedra Menina
Do céu ao chão 
Com toda sua poesia 
Fonte de inspiração!

Hyeda Miranda 
20/04/2025


domingo, 9 de fevereiro de 2025

Cultura e Arte em Rio Vermelho

 





Em 31 de janeiro, comemora-se o aniversário de Emancipação Político-administrativa de Rio Vermelho. Por muitos anos celebrei essa data com poesia.

Chegou a vez de me mostrar como artista visual. Assim, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, escolhi que minha obra seria inspirada no primeiro bem tombado da nossa cidade. 

Foram nove dias de trabalho árduo na construção da obra descerrada em momento festivo!

Essa é a foto representada na obra. 



Vejamos a cerimônia, disponível no YouTube! 




Fotografia da obra
IGREJA O ROSÁRIO - RIO VERMELHO MG
De: Hyeda de Miranda Campos

Recorte e Colagem 1,20m X 1,20
Janeiro de 2025



POÉTICAS DA JUNÇÃO


 Poéticas da junção.

Colagens, assemblages e encaixes nos trabalhos de Hyeda Miranda e Uoster Zielinski.

Hyeda Miranda, poeta e artista visual, apresenta 20 trabalhos onde sua produção e pesquisa de materiais ecoam formas, cores, texturas e objetos por meio de colagens, cujo resultado abre um campo de conversa com Matisse e o automatismo dos movimentos Dadá e Surrealismo. O artista visual Uoster Zielinski expõe 6 objetos e 1 aquarela, que dialogam com as práticas do sincretismo religioso brasileiro. 

Público: livre.

Visitação: Terça às sextas-feiras, das 9h às 19h.

Sábados, das 9h às 17h.


REGISTROS & AGRADECIMENTOS no link abaixo