I – NAS
NUVENS
CORAÇÃO
POETA
PÁSSARO
AZUL, CÉU NEGRO
DESEJO AZUL
NUVEM SEM
RUMO
UM SER
ESTRELA
SINGULAR
AS QUATRO
FASES
LUA AZUL
PARAÍSO
HABIITANTE
DE UM VENTRE SANTO
II – NA TERRA
RIO VERMELHO
CENTRAL
LÁ
SAUDADE
CIDADE
MENINO DE OLHOS NEGROS
ENTRE TANTOS OUTROS
No capítulo seguinte não houve troca de figurino e nenhuma surpresa. Apenas a intensidade de voz e muita emoção, sendo essa a parte mais complexa e questionadora do livro. Poemas cheios de humanidade!
III – EXISTENCIAL
DE VOLTA
SOU
VIAJANTES
ARMADILHA
SOMOS HOMENS
FLORES
SE
QUÍMICA
SEMENTES
QUEDA LIVRE
NATAL
E para não dizer que não foram colhidas muitas flores pelo caminho desses 33 anos, Lilia Costa, Presidente da Academia Rio-vermelhense de Letras, apoiadora do evento deixou suas palavras.
È com grande alegria e emoção que, em nome da Academia Rio-vermelhense de Letras e Arte, presto nossa homenagem a essa data tão especial e a este importante evento.
Celebrar momentos como este é valorizar a nossa história, a nossa cultura e, sobretudo s pessoas que dedicam seus talentos à construção de uma comunidade mais rica em conhecimento, arte e memória.
A Academia se sente honrada em participar deste momento e reafirma seu compromisso de incentivar, preservar e divulgar a literatura, a arte e a identidade do nosso querido Rio Vermelho.
Que esta celebração permaneça como uma página bonita na história da nossa comunidade.
Parabéns a todos os envolvidos e que q cultura continue sendo uma ponte que une pessoas, histórias e gerações.
Lilia Costa Pires
Ao vivo não foi possível apresentar esse capítulo, mas a leitura é muito válida!
IV – SENTIMENTOS
DESPERTAR
PRECE DE CONCRETO
SE
ORGULHO
MAGIA
OLHOS ÚMIDOS
Então se teve o capítulo final:
V – POESIA
SÁBADO
CANÇÃO DE SETEMBRO
PAZ ILUSTADA
SE O SOL SE FOR
ANJO BOM
LÍRICO
ROSA NOVA
O VENTO
SOMBRAS
E o poema SOMBRAS continua ecoando!
SOMBRAS
Assim
como um anjo caído
Um
gigante adormecido
Vou
olhando aquele céu
O
céu cinzento
O
azul sonolento que se apaga
Anjos
outrora azuis
São
olhos negros do mal
São
sombras incandescentes
Que
despertam a noite eterna
São
manchas inconscientes
Que
dão força ao vento
Que
agitam o mar
Que
causam tormento
São
luzes apagadas
Formas
inanimadas
Em
cavalos alados
Prisioneiros
assustados
Rumo
o fim
São
assim como palavras
Usadas
para exprimir o nada
Que
é mais que absurdo
E
talvez compreendidas
Esmagariam
o meu faz de conta.


.jpeg)





